Darilu realizou o sonho de ser mãe aos 41 anos. Com 32 anos ela descobriu que tinha miomas e endometriose, problemas que dificultariam a produção e o desenvolvimentos dos óvulos, e então começou uma jornada para conseguir engravidar. Ela lutou por dez anos até que nasceu a pequena Valentina que hoje tem 7 meses de vida. Mesmo após os quarenta anos, ela sempre acreditou que daria certo. Logo, buscou auxílio dos avanços da medicina reprodutiva.

Entrevista com o especialista 

Dr. Fábio Eugênio, especialista em medicina reprodutiva, alerta que o ideal é que as mulheres tenham filhos até os trinta e cinco anos de idade. “É importante alertar que do ponto de vista biológico, quanto mais nova a mulher engravidar melhor. Os melhores resultados reprodutivos são até os 25, 30 anos, depois dos trinta anos o ovulo vai perdendo capacidade de reprodução”, explica. Naturalmente existe uma dificuldade de haver uma gestação após os quarenta anos de idade, e é aí que entra a importância da medicina reprodutiva, como aliada da mulher.

Aconselhamento reprodutivo 

O aumento do número de mulheres que estão buscando engravidar no alvo da maturidade é cada vez maior. Por isso é indicado o aconselhamento reprodutivo especialmente para avaliar quais são as chances de preservação de óvulos ou embriões, até porque os riscos após os quarenta anos existem. Com o congelamento em uma idade mais precoce, se diminui o risco de doenças cromossômicas no embrião. Confira a matéria que foi exibida em 17/01/2018 no Jornal União Brasil falando sobre a maternidade tardia cada vez mais frequente entre as mulheres que buscam conciliar a maternidade com seus projetos pessoais.

 

 

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