Falência Ovariana. O nome assusta e já causa preocupação em 10 entre 10 mulheres que querem ser mãe agora ou um dia. Porém, com os avanços da medicina, a palavra falência vem sendo substituída por “SIM, existem soluções e alternativas para a realização do sonho de ser mãe!”.

Tudo começa com os folículos…

Os chamados folículos ovarianos têm a missão de produzir o hormônio feminino, que determina as características sexuais femininas, e de fornecer ambiente favorável ao desenvolvimento dos óvulos.

A mulher, quando ainda está no ventre materno, ganha TODOS os seus folículos e, ao nascer, já carrega consigo milhares de óvulos, cujo estoque não aumenta. Ao contrário, ao longo da vida somente diminui.

Isto é o que chamamos de perda de reserva ovariana, que quando é muito grande pode levar à falência ovariana. E, consequentemente, redução das possibilidades de engravidar.

Mas o quê fazer diante desta realidade biológica? Como a medicina reprodutiva pode ajudar?

Aspecto 1 – Avanços da Medicina Reprodutiva

A medicina reprodutiva vem evoluindo ano após ano, ofertando uma gama de técnicas avançadas e aumentando exponencialmente as chances de uma mulher, mesmo com o estoque baixo de óvulos, de ser mãe. No último congresso Europeu que participei, por exemplo, muito se falou sobre pesquisas com células-tronco que podem futuramente permitir desenvolvimento de novos óvulos em mulheres adultas ou mesmo menopausadas.

Aspecto 2 – Tratamentos de Reprodução

São vários. Os mais conhecidos são a Fertilização in Vitro (FIV) e a Inseminação Intrauterina. A FIV, muito efetiva em todos os casos de subfertilidade, consiste na retirada dos óvulos do corpo da mulher para fertilizá-los dentro do laboratório, com o sêmen do marido/companheiro ou sêmen de doador, através da técnica de injeção intra-citoplasmática de espermatozoides (ICSI). Os embriões resultantes da fertilização são transferidos para o útero da mulher depois de 2 a 6 dias. E depois? Dando tudo certo, comemorar!
Mesmo em mulheres com baixa reserva ovariana, podem-se conseguir óvulos para a FIV.

Aspecto 3 – Doação ovular

Nos casos em que a reserva ovariana está completamente esgotada, uma excelente opção é a fertilização in-vitro (FIV) com doação ovular. As chances de sucesso são excelentes, e é um tratamento regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina.

Aspecto 4 – Não há idade limite!

Não há idade limite, mas por questão de prevenção de riscos, o Conselho Federal de Medicina orienta que 50 anos seja a idade máxima para os tratamentos. Porém, não vale a pena, em hipótese alguma desistir de um sonho. Afinal, sonhos devem ser realizados, não é mesmo?

Por isso, a recomendação, inclusive médica, é buscar alternativas, procurar especialistas e acreditar que existem soluções para que tem um objetivo a seguir.

Quer saber mais sobre medicina reprodutiva e como ela pode ajudar você a não desistir do sonho de ser mãe? Entre em contato com o Dr. Fábio Eugênio!

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